quarta-feira, 3 de junho de 2015

Trancafiam-se terroristas, não pensamentos.

REDAÇÃO_04
TEMA: Há limites para a liberdade de expressão?

A liberdade de expressão está prevista na constituição brasileira e na de muitos outros países, em alguns casos foi até conquistada com muita luta e derramamento de sangue. E acima de tudo, ela serve como ferramenta para a propagação de opiniões, pensamentos e manifestações livres sem que a pessoa sofra retaliações. Entretanto, há quem não a respeite e com isso acabam criando conflitos e novas reflexões de como devemos prosseguir.

O jornal francês Charlie Hebdo – que fez fama criando sátiras de líderes religiosos, inclusive Maomé - foi alvo de um atentado terrorista no inicio de 2015 comandado por islâmicos, onde muitas pessoas foram mortas. Esse ataque chocou o mundo e milhares foram às ruas da França protestar. Porém, para muitos o caso foi visto como desrespeito àqueles que seguem as religiões, já que difamavam de maneira excessiva, principalmente aos muçulmanos. Como defender tal liberdade? Essa que por sua vez denigre a imagem e fere a honra das pessoas?

No Brasil também já tivemos problemas, porém de outro tipo: de caráteres ditatoriais que calaram, aprisionaram e torturaram as pessoas pelo simples fato de exporem o que pensavam. Jornalistas, pensadores e pessoas que se opunham à dura realidade da época sofriam dentro das prisões; sendo forjadas até suas próprias mortes. 



Assim como disse Martin Luther King: “para criar inimigos não é necessário declarar guerra, basta dizer o que pensa”, deve-se usar a liberdade com responsabilidade e não gerando ódio, respeitar é um princípio básico. Mas jamais devemos nos desfazer de nossas singularidades. Afinal, o que está passando pela nossa cabeça, o que dizemos e o que fazemos são exatamente as coisas que nos tornam únicos.

Afinal, o que comemos?

REDAÇÃO_03
TEMA: Organismos transgênicos: fonte de problemas ou de soluções?

Com o avanço da biotecnologia e da engenharia genética ao longo das décadas tornou-se possível alterar alimentos, plantas e até animais para os mais diversos fins. Mas o quanto se sabe a respeito dessas novas técnicas que até pouco tempo atrás eram desconhecidas?

Muitas pessoas são contra o uso de tais procedimentos. Os casos que envolvem a agricultura particularmente chamam mais a atenção por estarem diretamente ligados à nossa alimentação.

Também denominados transgênicos, os alimentos geneticamente modificados parecem ter inúmeras vantagens, dentre as quais podemos citar: potencialização do poder nutritivo, redução nos custos de produção, resistência às pragas e produtos tóxicos.

Entretanto, as práticas são relativamente novas e pouco se sabe a respeito das desvantagens. Estudos apontam que os produtos podem ser venenosos, provocar alergias e até câncer.

As companhias de agronegócios buscam produtividade e lucro. Deveria existir fiscalização e uma política que as obriguem a desenvolver mais sua tecnologia antes de colocar no mercado, dar detalhes mais evidentes no rótulo e especificar sua origem. Enquanto isso, continuaremos correndo o risco de nos contaminar e optando pelo orgânico sempre que possível.

Envelhecimento generalizado

Através de pesquisas e projeções feitas pelo IBGE constatou-se que a população brasileira segue em um processo iminente de envelhecimento e pode começar a entrar em declínio nos próximos anos.

A extensiva queda da fecundidade é um dos principais fatores para tal acontecimento; visto que a média de filhos por mulher vem diminuindo nas últimas décadas. A expansão da urbanização, a inserção da mulher no mercado de trabalho e a utilização de métodos contraceptivos contribuíram para essa acentuada diminuição. 

Os avanços na medicina, a prática de esportes e exercícios físicos ligados à alimentação saudável aumentaram a qualidade de vida das pessoas, gerando um aumento na expectativa de vida não só do idoso, mas de toda a população.

Mantendo esse ritmo de baixa fecundidade e alta longevidade, o que se deve esperar do sistema previdenciário que atualmente já se configura como problemático é um caos sem precedentes.


É preciso agir enquanto há tempo, começando uma intensa reflexão entre as autoridades competentes, a fim de traçar planos para superar os desafios do envelhecimento populacional, evitar um colapso do sistema previdenciário e financeiro do país; lançando medidas e até propondo leis caso seja necessário